
O presidente Barack Obama, sua esposa Michelle e o
vice-presidente Joe Biden observaram um minuto de silêncio no jardim da
ala sul da Casa Branca, ao lado de outros 300 membros da equipe de
governo.
As bandeiras em Washington estava hasteada a meio pau.
Obama também participará na cerimônia no Pentágono, cenário de um dos ataques terroristas.
Em Nova York, parentes das vítimas do World Trade Center se reuniram no Marco Zero para lembrar os mortos.
A
cerimônia começou com um minuto de silêncio às 8h46 (9h46 de Brasília),
no momento em que o primeiro avião atingiu as Torres Gêmeas.
Integrantes
das famílias começaram então o longo processo de leitura dos nomes das
quase 3.000 pessoas que morreram nos ataques de Nova York, Pentágono e
Shanksville, Pensilvânia.
A data é recordada um dia depois de um
pronunciamento à nação de Obama, no qual afirmou que seu governo está
preparado para lançar ataques contra o Estado Islâmico (EI) na Síria, e
que vai ampliar as operações aéreas contra os jihadistas.
Obama,
que quer entrar para a história como o presidente que acabou com uma
década de envolvimento dos EUA em conflitos no exterior, abriu uma nova
frente no Oriente Médio, comprometendo-se também a reforçar as tropas
iraquianas e a aumentar a assistência militar à oposição síria.
Em
um discurso exibido no horário nobre da televisão, Obama disse que o
EI, que decapitou dois jornalistas americanos e tomou grandes faixas
territoriais no Iraque e na Síria, é um grupo extraordinariamente
brutal, mesmo para os padrões de organizações radicais armadas no
Oriente Médio.
(AFP)






