
A ex-secretária de Saúde do Estado Vanda Paiva, presa pela Polícia
Federal no dia 9 durante a Operação Pronto Socorro, conseguiu decisão
liminar para a reduzir o valor da fiança estabelecida para sua soltura.
O desembargador federal do TRF da 1ª Região, Ítalo Fioravanti Sabo
Mendes, atendeu pedido de habeas corpus da defesa de Vanda e reduziu
para R$ 74 mil o valor da fiança, antes determinado em 1.500 salários
mínimos, ou R$ 1 milhão. Amigos da ex-secretária estariam reunindo o
valor da nova fiança para tentar libertá-la.
O advogado de Vanda Paiva, Edmilson Júnior, argumenta que sua cliente
não teve participação na compra dos materiais inservíveis, alvos da
Operação da Polícia Federal e Ministério Público Federal.
Júnior sustenta que Vanda Paiva assinou apenas o Termo de Referência
do pregão eletrônico investigado pelo MPF, mas o primeiro empenho
referente a compra do material é do dia 18 de junho de 2014, menos de um
mês depois que a secretária já havia sido exonerada. Os pagamentos dos
materiais pela Secretaria da Saúde ocorreram nos meses de outubro e
novembro deste ano.
Dos seis presos pela Operação Pronto Socorro, continuam presos a
ex-secretária de Saúde Vanda Paiva e o diretor do Departamento de Apoio à
Gestão Hospitalar, Luiz Renato Pedrá Sá, que estava foragido e se
apresentou à Polícia Federal na última quinta-feira, 11. Os dois estão
detidos no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, em Palmas.
(Tocantins 247/T1 Notícias e Portal CT)






