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MIRANDA SOBE GASTOS COM A FOLHA E SANDOVAL FERE A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL

Os gastos do governo do Tocantins tiveram um "boom" no primeiro mandato do governador Marcelo Miranda (PMDB) e, na gestão Sandoval Cardoso (SD), ultrapassaram no ano passado os 50% das Receitas Correntes Líquidas (RCL), estourando o limite previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Os dados constam em um estudo feito pelo economista e professor da Universidade Federal do Tocantins (UFT) Waldecy Rodrigues, com base em informações da Secretaria do Tesouro Nacional.
 
O estudo apontou que o ex-governador Siqueira Campos (PSDB) iniciou sua terceira gestão, em 1999, com comprometimento de apenas 35,9% da folha com as RCL. O percentual se manteve estável durante todo o governo e Siqueira entregou o Estado a seu sucessor, Marcelo Miranda, em 2003, com 35,7% de gasto com pessoal.

Em 2005, veio o rompimento da "União do Tocantins", e Marcelo começou a trabalhar sua reeleição. Foi nesse período que os Planos de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) foram implementados e vários benefícios salariais concedidos para o funcionalismo estadual. Em consequência, a participação das despesas com pessoal na RCL teve um "boom" de nove pontos percentuais e chegou a 44,7%.

Na gestão do ex-governador Carlos Gaguim (PMDB) houve outro salto, de 3,1 pontos percentuais, e o custo da folha foi a 47,7% das RCL. No último governo Siqueira Campos (2011 a 2014), as despesas da folha cresceram mais um ponto e chegou a 48,7%. Com Sandoval Cardoso no Executivo estadual, foram mais 2,2 pontos e a folha encerrou 2014 em 50,9% das RCL, já acima dos limites estabelecidos pela LRF. 
Do Tocantins 247
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