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POLICIAIS CIVIS COBRAM EQUIPARAÇÃO SALARIAL DURANTE GREVE NO TOCANTINS


Os policiais civis do Tocantins entraram em greve por tempo indeterminado na manhã desta quarta-feira (25). Dezenas de servidores se reuniram na porta da Secretaria de Segurança Pública (SSP), localizada no centro de Palmas, para cobrar do governo a equiparação salarial que teria sido concedida ainda em 2007, pelo governador Marcelo Miranda (PMDB).

Segundo o Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol-TO), a categoria busca um realinhamento salarial compatível aos cargos ocupados pelos servidores. A medida concedida em 2007 foi regulamentada em abril de 2014, através da Lei 2.851 e cancelada no dia 11 deste mês através de decretos publicados no Diário Oficial do Estado (DOE).

"Queremos o cumprimento da lei do realinhamento salarial de 2007. Lutamos para conseguir o reconhecimento salarial, como foi para os peritos. Estamos abertos para o diálogo com o governo, mas até o momento eles não fizeram nenhuma proposta e por isso ficou decidido o início da greve", explicou o presidente do Sinpol-TO, Moisemar Marinho.

Em todo o estado, de acordo com o Sinpol-TO, são 1,6 mil policiais que estão paralisando as atividades, mantendo apenas 30% do efetivo que atuará apenas em serviços essenciais. A greve abrange toda a categoria de policiais civis, incluindo os que atuam nos presídios, nos Institutos Médico Legais (IML) e na própria SSP, sendo escrivães, agentes penitenciários, agentes de necrotomia e papiloscopistas.

"Não estarão sendo feitas as visitas nos presídios, entrega de alimentos, atendimento ao poder judiciário, entre outros serviços. Atenderemos apenas casos de emergência, como por exemplo, levar um preso para o médico", afirmou Paulo Sousa Lima, presidente da Associação dos Policiais Civis do Estado do Tocantins (Aspol-TO).

Conforme os representantes dos sindicatos, o trabalho de investigação da polícia também ficará parado, dando continuidade apenas aos casos que já estão em andamento.

Foi entrado em contato com a SSP para saber como fica a situação da população com a greve e também com o governo do estado, sobre uma possível proposta, mas até a publicação da reportagem, às 12h07, não recebeu uma resposta.

G1 TO
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