
Servidores públicos da área decidiram nessa segunda-feira, 30, dar
continuidade à greve até que o governo apresente uma proposta que
contemple os anseios da categoria. A paralisação da categoria estava
para terminar às 7 horas desta terça-feira.
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado (Sintras), a
decisão foi motivada pelo fato do governo não ter apresentado uma
proposta efetiva sobre as reivindicações dos servidores.
Na reunião, que
contou com a participação do secretário de Administração, Geferson
Oliveira, e do líder do governo na Assembleia, deputado Paulo Mourão
(PT), o governo se comprometeu a apresentar no fim da tarde desta terça
uma nova proposta à categoria. As negociações com os representantes dos
servidores da Saúde beneficiam cerca de 6 mil servidores e terão um
impacto de R$ 66 milhões, conforme permite a capacidade financeira do
Estado.
"Esperamos que o Governo nos apresente uma proposta com inclusão
imediata das progressões, sem inclusão a categoria não vai aceitar",
avisou o presidente do Sintras, Manoel Miranda.
Com a continuidade da greve, as atividades continuam paralisadas em
11 hospitais. A concentração dos servidores será mantida no Hospital
Geral de Palmas (HGP), Hospital Maternidade Dona Regina, Hospital
Infantil, Hospital Regional de Gurupi (HRG), Hospital Regional de
Paraiso (HRP), Hospital Regional de Guaraí (HRG), Hospital Regional de
Dianópolis (HRD), Hospital Regional de Arraias, Hospital Regional de
Porto Nacional, Hospital Regional de Miracema e Hospital Regional de
Araguaina (HRA).
Greve
Os sindicatos decidiram em assembleia conjunta promover paralisação
na segunda-feira, 30, e greve geral a partir do dia 6 de abril, caso o
Estado não apresente programação de pagamento que atenda às
reivindicações da categoria. As entidades não aceitaram o que foi
proposto pelo governo para quitar progressões de 2014 e 2015, adicional
noturno e de insalubridade, e apresentaram contraproposta.
Os servidores da saúde cobram a inclusão de progressões concedidas em
2014 na folha de abril de 2015; pagamento das parcelas retroativas das
progressões a partir de maio de 2015, divididas em até quatro parcelas
para quem tem a receber até quatro salários mínimos, e em oito vezes
quem tem a receber acima de quatro salários mínimos.
Quanto aos retroativos do adicional noturno a categoria quer receber a partir de maio de 2015 divididas em até quatro parcelas para quem tem a receber até quatro salários mínimos, e, em oito vezes quem tem a receber acima de quatro salários mínimos.
Em relação ao pagamento dos retroativos do adicional de insalubridade, a categoria sugere se inicie em maio de 2015, divididos em até quatro parcelas para quem tem a receber até quatro salários mínimos. A partir de setembro de 2015 divididos em seis vezes para quem tem a receber acima de quatro salários mínimos.
Quanto aos retroativos do adicional noturno a categoria quer receber a partir de maio de 2015 divididas em até quatro parcelas para quem tem a receber até quatro salários mínimos, e, em oito vezes quem tem a receber acima de quatro salários mínimos.
Em relação ao pagamento dos retroativos do adicional de insalubridade, a categoria sugere se inicie em maio de 2015, divididos em até quatro parcelas para quem tem a receber até quatro salários mínimos. A partir de setembro de 2015 divididos em seis vezes para quem tem a receber acima de quatro salários mínimos.






