
Morreu, aos 83 anos, o professor, escritor e poeta Fidêncio Bogo. Ele
estava internado há dois meses em um hospital particupar em Palmas
com problemas pulmonares e nesta segunda-feira (13) teve parada
cardíaca. Nesta terça-feira (14), às 8h, será realizada uma missa de
corpo presente na Igreja Nossa Senhora do Carmo, na 108 Norte. O enterro
está marcado para às 9h, no Cemitério Jardim das Acácias.
Fidêncio fez história
Neto de italianos e filho de colonos, o poeta nasceu em Santa Catarina. Tornou-se padre aos 23 anos mas abandonou o sacerdócio 14 anos depois. Em 1976 mudou-se para Natividade e em 1985 para Porto Nacional, onde deu aula na recém-criada Faculdade de Filosofia do Norte Goiano.
Neto de italianos e filho de colonos, o poeta nasceu em Santa Catarina. Tornou-se padre aos 23 anos mas abandonou o sacerdócio 14 anos depois. Em 1976 mudou-se para Natividade e em 1985 para Porto Nacional, onde deu aula na recém-criada Faculdade de Filosofia do Norte Goiano.
Participou da criação da Fundação Universidade do Tocantins
(Unitins). Foi o primeiro professor contratado da Universidade Luterana
do Brasil (Ceulp/Ulbra), em 1993. Na cultura, ele deixou importantes
obras literárias de poesias, como “Poesia Um”, publicada em 1985. Em
1995 publicou o livro de poesias 'Aprendizagem 1', seguido de
“Aprendizagem 2”. Publicou ainda 'O Quati e outros contos', 'Coluna
presta', 'Noções de Teoria da Literatura' e 'Minha Escola, Escola de
Vida'. Deixou outras obras prontas para publicação como poesias e
contos.
Era membro da Academia Tocantinense de Letras e da Academia Palmense de Letras. Em 2007, em entrevista à equipe de comunicação da Secretaria da Educação, contou que foram os buritizais que o trouxeram para o Tocantins. 'Em 75, estava vindo de Roraima, o avião estava passando sobre a região que hoje é o Tocantins, vi aquelas palmeiras lindas, falei: é em um lugar como esse que quero morar'.
Fidêncio deixa a esposa Iria Bogo, quatro filhas e seis netos.
Era membro da Academia Tocantinense de Letras e da Academia Palmense de Letras. Em 2007, em entrevista à equipe de comunicação da Secretaria da Educação, contou que foram os buritizais que o trouxeram para o Tocantins. 'Em 75, estava vindo de Roraima, o avião estava passando sobre a região que hoje é o Tocantins, vi aquelas palmeiras lindas, falei: é em um lugar como esse que quero morar'.
Fidêncio deixa a esposa Iria Bogo, quatro filhas e seis netos.






