
Na crença de que terão sua filha de volta no futuro, um casal
tailandês congelou o corpo da filha, de dois anos, vítima de um tumor
cerebral. De acordo com o jornal Daily Mail, Matheryn Naovaratpong, da
Tailândia, pode ser o humano mais jovem a ter sido preservado
criogenicamente - uma técnica que conserva o organismo em baixíssimas
temperaturas.
A menina foi diagnosticada com a doença em abril de 2014, após passar mal em casa. Através
A menina foi diagnosticada com a doença em abril de 2014, após passar mal em casa. Através
de um exame, em um hospital de Bangcoc,
médicos descobriram que ela tinha um tumor raro de 11cm alojado no lado
direito do cérebro.
A pequena chegou a iniciar um tratamento e ficou em
coma, mas morreu em 8 de janeiro deste ano, depois que seus pais
decidiram desligar os equipamentos que a mantinham viva. Na
crença de que terão sua filha de volta no futuro, um casal tailandês
congelou o corpo da filha, de dois anos, vítima de um tumor cerebral.
De
acordo com o jornal Daily Mail, Matheryn Naovaratpong, da Tailândia,
pode ser o humano mais jovem a ter sido preservado criogenicamente - uma
técnica que conserva o organismo em baixíssimas temperaturas.A
menina foi diagnosticada com a doença em abril de 2014, após passar mal
em casa.
Através de um exame, em um hospital de Bangcoc, médicos
descobriram que ela tinha um tumor raro de 11cm alojado no lado direito
do cérebro. A pequena chegou a iniciar um tratamento e ficou em coma,
mas morreu em 8 de janeiro deste ano, depois que seus pais decidiram
desligar os equipamentos que a mantinham viva.
Os
pais da garota decidiram recorrer aos serviços de uma clínica
especializada nos Estados Unidos para congelar o corpo e o cérebro da
menina. “O congelamento fornece a oportunidade de
Matheryn respirar novamente quando a tecnologia for fornecida e adequada
para sua doença”, disse o pai dela, Sahatorn Naovaratpong, em
entrevista ao jornal britânico.
Ao todo, o casal
pode estar pagando mais de R$ 800 mil para conservar o corpo de
Matheryn, ainda segundo o jornal. "Eles não querem que a vida da filha
deles tenha sido em vão”, diz Aaron Drake, diretor da Alcor, clínica
especializada em congelamento.






