Anuncio!!

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Cadastro De Email.

Postagens mais visitadas

PALMAS: EM REUNIÃO NA PGE, VEREADORES PEDEM SUSPENSÃO DE TÍTULO DA VILA AGROTINS

Em reunião com o procurador-geral do Estado, Sérgio do Vale, no início da manhã desta quarta-feira, 08, vereadores da Capital solicitaram a suspensão do título da área denominada como Assentamento Vila Agrotins até que o processo que analisa a posse da terra seja concluído. A solicitação dos parlamentares visa evitar que cerca de 180 famílias de agricultores que atualmente ocupam o local sejam despejadas de imediato.

Liminar visando a reintegração de posse, em favor dos empresários que alegam a propriedade da área, estipula um prazo até a próxima quarta-feira, 15, para que as famílias abandonem a Vila Agrotins. Os vereadores entendem que governo precisa intervir no processo, evitando um problema social com o despejo dos produtores rurais.

“O que estamos discutindo é a legalidade do título e não a posse da terra. Esta (a posse) será decidida posteriormente pela Justiça. Mas no momento não podemos permitir que 180 famílias sejam desabrigadas e percam suas condições de sobrevivência”, destacou o presidente da Câmara, Rogério Freitas (PMDB).
Para o vereador Milton Neris (PR), a suspensão do título é a decisão mais coerente até que se defina com clareza o real proprietário do Vila Agrotins.

O procurador-geral disse  que, como recentemente a Investco também passou a reivindicar a propriedade da área, a PGE atualmente não tem condições de pronunciar-se sobre a propriedade da terra. O processo está em análise na PGE.  Quanto à suspensão do título, o procurador informou que até a próxima segunda-feira, 13, comunicará a decisão do Governo do Estado.
Além de Rogério Freitas e Milton Neris, participaram da reunião os vereadores Joaquim Maia (PV), Pastor João Campos (PSC), Hiram Gomes (PSDB) e Waldson da Agesp (PT) e os representantes das famílias do assentamento Vila Agrotins.

Sessão plenária
            Durante a sessão desta quarta-feira, os vereadores repercutiram os comentários feitos pelo prefeito de Palmas, Carlos Amastha, que acusou o ex-prefeito Raul Filho e vereadores de, em 2011, terem promovido alteração ilegal de uso do solo para favorecimento próprio.  O primeiro a abordar a questão foi o  vereador Lúcio Campos (PR),  que criticou a atitude do prefeito.

Para o vereador Carlos Braga (PMDB) deve-se levar em consideração o valor venal dos imóveis na época da compra dos imóveis. O vereador voltou a enfatizar que importância da revisão da Lei Orgânica do Município  e na Lei do Uso do Solo,  a fim de evitar situações como esta.

O presidente da Câmara, Rogério Freitas (PMDB) também manifestou-se sobre o assunto, defendendo a atuação da Casa de Leis. “Nós discutiremos estas ações que foram impetradas contra a Câmara e não nos calaremos diante destas afrontas”, disse.
Na opinião do vereador Milton Neris (PR) a intenção do prefeito é   colocar o Legislativo em guerra e confronto com o Executivo,   desviando a atenção de projetos importantes  da cidade que precisam ser debatidos.

←  Anterior Proxima  → Inicio

Postagens mais visitadas