
Uma isenção tributária a igrejas foi incluída, na surdina, em uma
Medida Provisória aprovada no fim de maio pelo Congresso, de acordo com
reportagem da Folha. O benefício pode garantir a anulação de autuações
fiscais a igrejas que extrapolam R$ 300 milhões. As entidades
evangélicas neopentecostais, vertente em que o pagamento de comissões a
pastores é mais comum, seriam mais favorecidas.
A medida
foi incorporada à MP 668 por intermédio do presidente da Câmara, Eduardo
Cunha (PMDB-RJ), que é evangélico. O artigo tratava originalmente do
aumento de impostos sobre produtos importados. Para que as igrejas
passem a se beneficiar da isenção, a matéria precisa ainda da sanção da
presidente Dilma Rousseff.






