
Conforme os investigadores, as conversas mantidas com o adolescente possuíam conteúdos pornográficos. De acordo com o agente da Polícia Civil, Eleandro Batista, o padre marcou um encontro com o menor na cidade.
"No encontro a equipe fez a abordagem e constatou que tinham materiais no celular e tablet dele de conteúdo pornográfico", explica o agente.
Conforme a corporação, o garoto foi quem denunciou o caso à polícia. Depois disso, os agentes o acompanharam durante o encontro que foi marcado próximo ao terminal rodoviário da cidade. O padre foi preso em flagrante.
Ainda conforme o agente, o menor disse que conheceu o padre em um dos festejos da cidade. Ele prestou depoimento na Central de Flagrantes de Gurupi e foi liberado.
"A autoridade policial notificou a conduta dele usando os artigos 241-A e 241-B, do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ambos não cabem fiança em sede policial. O flagrante será enviado para o poder judiciário", explica Eleandro Batista.
Os artigos que serviram de base para a prisão do padre tratam sobre a divulgação de conteúdos pornográficos, simulação e aliciamento de menores. A pena varia de um a seis anos de prisão.
O advogado de Marcos Aurélio disse que pedirá o relaxamento da prisão e não quis dar detalhes sobre o caso. O suspeito foi encaminhado para a Casa de Prisão Provisória de Gurupi.
G1 TO






