
Liminar do Ministério Público do Estado do Tocantins, que determina a nomeação de educadores concursados do quadro da educação do Município de Palmas no prazo de 72 horas, centralizou o debate da sessão desta quarta-feira, 18, na Câmara.
Os vereadores Júnior Geo (PROS) e Lúcio Campelo (PR) consideraram a decisão justa por favorecer professores que se esforçaram para serem aprovados em um concurso público. “Para os que conquistaram por direito a estabilidade, que esta estabilidade seja garantida”, enfatizou Geo.
O parlamentar ressaltou que o Ministério Público também exige o fim das contratações de professores temporários e parabenizou a instituição pela liminar.
Lúcio Campelo aproveitou para comentar sobre a inexistência de uma “política de planejamento para o quadro da educação” tanto em termos de recursos humanos quanto orçamentário.
Na opinião do vereador, a falta de planejamento foi responsável pela dificuldade em custear a folha de pagamento do setor, o que culminou com a substituição de professores por monitores escolares (MDIS) nos Centros Municipais de Educação Infantil.
“É uma decisão a que eu sou favorável, mas não quero fechar os olhos para a incompetência do planejamento da educação do município”, disse.






