
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, decidiu que não há urgência nos pedidos de perdão das penas dos o ex-deputado Pedro Henry e o advogado Rogério Toletino, ambos condenados pelo esquema do mensalão.
Assim, os pedidos serão analisados pelo ministro Luís Roberto Barroso, relator no Supremo das execuções das penas do mensalão, em fevereiro, quando terminar o recesso do Judiciário. Nesta quarta-feira (30), cinco condenados no processo do mensação pediram o perdão das penas com base no chamado indulto natalino, assinado pela presidente Dilma Rousseff (saiba mais).
Além de Tolentino e Henry, também pedirão o perdão das penas o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e os ex-deputado João Paulo Cunha e Romeu Queiroz. Esses três pedidos ainda não haviam sido analisados por Lewandowski até o final da manhã desta quinta-feira (31).






