
O presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Antônio Idilvan Alencar, afirmou nesta quinta-feira (21) que as creches inacabadas no estado “não era problema dos municípios”. “O FNDE licitou, as empresas [eram] nacionais, e ao longo do tempo elas não conseguiram concluir.
E desde junho do ano passado, nós apresentamos novos projetos, inclusive metodologia tradicional – facilita, porque antes era pré-moldado – e então, aqui no estado da Bahia, nós temos uma oportunidade real de construir 264 creches este ano de 2016”, afirma.
Segundo Alencar, a vantagem de aderir ao método convencional de construção é o aumento da capacidade de atendimento das unidades e geração de empregos nos canteiros das obras. “Nós estamos aqui para orientar a modificação do projeto”, explica o gestor, acrescentando que das 264 creches previstas em 152 municípios, 60 já foram licitadas desde junho de 2015.
Serão dois modelos de creches a ser construídas: o tipo 1, com investimento de R$ 1,6 milhão e capacidade para 282 (94 a mais com o novo projeto); e tipo 2, com aporte de R$ 1,9 milhão e capacidade para 180 alunos (60 a mais com o novo projeto). O número de alunos dobra se a creche não for de tempo integral, tendo, portanto, dois turnos.






