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TOCANTINS: 'DEIXO CLARO QUE 2016 SERÁ UM ANO DE CONTENÇÃO'

Marcelo Miranda, falou sobre os principais fatos que marcaram o primeiro ano da gestão dele e as ações previstas para 2016. O gestor comentou as greves deflagradas durante 2015 e disse que este será um ano de contenção de gastos e reforma administrativa


"Nós encaminhamos para a assembleia e foi aprovado para 2016 o valor de R$ 10,1 milhões. Orçamento que foi discutido com a sociedade. Nós planejamos para que possamos cumprir as metas com os servidores, mas, de qualquer forma, quero deixar claro que esse ano de 2016 será de contenção. Nós vamos entrar já com uma reforma administrativa, vamos fundir secretarias para que possamos debelar a crise administrativa", afirmo ele à TV Anhanguera, nesta sexta-feira (1).

O governador voltou a comentar  sobre a estrutura do governo. "Eu vou aguardar a Assembleia Legislativa voltar no dia 1º de fevereiro para encaminhar a mensagem. Em uns 10 dias eu finalizo, mas já está tudo esboçado. Quero dizer que todos os auxiliares que compõe a minha equipe colocaram os cargos à disposição", disse.

Em relação ao atraso no 13º salário dos servidores em consequência da crise econômica nacional, que afeta do estado, o chefe do executivo disse que o seu governo conseguiu pagar até o momento quase 72% do salário dos servidores. Isso porque nós recebemos uma folha atrasada e também por causa do desequilíbrio econômico que nós tivemos", pontuou.

"Tivemos alguns obstáculos e consequentemente algumas frustrações de receitas, mas eu quero garantir ao servidor público que até o dia 30 de janeiro, porque nós vamos pagar a folha de dezembro até o dia 12, vamos também efetivar o pagamento do 13º", acrescentou.

Aumento de impostos

Miranda afirmou que, "em 2015, o governo do estado procurou conversar com o empresariado e instituições e discutir alguns projetos". "O importante é dizer que além da aprovação do ajuste financeiro, nós avançamos em alguns setores e estamos abertos para rever alguns pontos que a sociedade e o empresariado gostaria de rever. Como foi a questão do IPVA", disse.

Segundo ele, o governo discutirá a situação de outros setores. "A sociedade assimilou que o reajuste não é para penalizar. É importante que a gente entre em 2016 para mostrar à sociedade que o crescimento econômico do estado passa por ajustes. Nós temos que discutir uma reforma tributária, reformas que venham ao encontro da sociedade para que ela não seja tão penalizada".

Tocantins 247
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