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PACIENTES COM CÂNCER TÊM DE PAGAR POR MATERIAIS E MEDICAMENTOS NO TOCANTINS

Os pacientes com câncer estão tendo que conviver com a falta de medicamentos e materiais no Hospital Geral de Palmas (HGP). Algumas pessoas relatam que estão tirando o dinheiro do próprio bolso para arcar com as despesas. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde (Sesau), em Palmas 583 pacientes fazem o tratamento.


A dona de casa Maria José Martins se livrou de um tumor na mama, mas pouco depois teve metástase. As células cancerígenas estão agora ao redor da pleura, dos ossos e do pulmão. Já são sete anos lutando contra a doença.

Ela é acompanhada pelo setor de oncologia do HGP e depende de dois medicamentos essenciais para o tratamento: zometa que é aplicado na veia a cada 28 dias e anastrozol, que custa R$ 850 a caixa com 30 comprimidos. Os remédios deveriam ser fornecidos pelo Estado, mas estão em falta há pelo menos três meses.

"O anastrozol a gente compra fora, eu mando buscar em São Paulo. O outro não tem como, porque é uma medicação hospitalar. Eu estou com medo porque estou com muita dor no quadril e na perna, acarretou depois que parei de tomar zometa", lamentou.

Além da falta de medicamentos, no setor de oncologia também não tem materiais. O paciente que quiser dar sequência ao tratmento tem de pagar do próprio bolso. Foi o que a dona de casa Luciana Soares fez.

Ela teve que comprar uma agulha por R$ 160 para dar continuidade ao tratamento do filho de 14 anos que está com leucemia. "Não está fácil e o hospital não esta fornecendo".

Em nota, a Sesau informou que já solicitou a compra do medicamento anastrozol e do ácido zolendrônico e que está cobrando dos fornecedores rapidez na entrega. Informou ainda que está contratando uma empresa especializada em medicina nuclear para os pacientes oncológicos.

Do G1 TO com informações da TV Anhanguera
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