
As investigações começaram em novembro do ano passado após denúncias. Desde então, os investigados são observados. O promotor conta que os fiscais recebiam cerca de R$ 300 para liberar os veículos irregulares.
"Os outros presos são suspeitos de ser intermediários. Eles informavam aos caminhoneiros o horário que os fiscais estariam no posto e que teriam livre acesso para passar. Os servidores faziam vista grossa", contou".
Os mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos em Couto Magalhães, Guaraí e Conceição do Araguaia (PA). Segundo o promotor, são 10 mandados no total, mas duas pessoas ainda não foram encontradas.
Os presos foram levados para a delegacia de Colmeia onde prestaram depoimento. Depois, serão conduzidos para a cadeia de Guaraí. Com eles foram apreendidas provas que podem comprovar os crimes.
A ação foi coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organização (GAECO) do Ministério Público Estadual, em conjunto com a Secretaria e Segurança Pública do Tocantins e policiais civis de Palmas, Araguaína, Guaraí e Pedro Afonso.
http://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/fiscais-sao-presos-suspeitos-de-receber-propina-para-liberar-cargas-irregulares.ghtml






