
O relatório foi apresentado nesta terça-feira (25) durante um fórum que reuniu membros do Ministério Público Federal e Estadual, Defensoria Pública e do Denasus. A auditoria aconteceu durante o ano de 2014, mas algumas irregularidades ainda estariam acontecendo.
Pelo menos R$ 3,5 milhões foram gastos indevidamente com plantões extraordinários não foram realizados. Outros R$ 4 milhões teriam sido gastos com funcionários da saúde cedidos a outros locais.
Em um dos casos, conforme o relatório, seis médicos que deveriam trabalhar em Lajeado, Oliveira de Fátima, Araguatins e Aparecida do Rio Negro nunca apareceram nas unidades de saúde. Em outro caso, um médico recebia o salário da função e ainda ganhava para ser farmacêutico, mas sem exercer a função.
"Foi identificada também a sessão para municípios. Teoricamente esses servidores deveriam atender na atenção básica, só que foi identificado que eles nunca compareceram e não foram cadastrados nesses municípios. Estão recebendo remuneração de maneira ilícita", explicou o auditor do Denasus Frederico Silvério.
http://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/plantoes-fantasmas-e-servidores-cedidos-custam-mais-de-r-7-mi-para-saude-do-to.ghtml






