Um ultraleve colidiu na pista de pouso do aeroclube, por volta das 17h deste domingo. O piloto, cujo nome não foi revelado, saiu ileso. "Na hora do pouso, provavelmente por problemas técnicos, a roda do freio esquerdo travou e fez com que o ultraleve fizesse uma curva acentuada à esquerda e batesse a ponta da asa no solo. Houve um princípio de incêndio, mas chamamos os bombeiros. Foi um incidente, não é comum esse tipo de situação", explica o diretor social do aeroclube, Edimar Filho.
Segundo o diretor, o piloto era experiente e o ultraleve novo. "Já deve ter uns seis anos que pilota, às vezes viaja para a Bahia de ultraleve e o equipamento dele devia ter no máximo uns dois anos", detalha.
O aeroclube de Brasília existe há mais de 20 anos e conta com aproximadamente 110 ultraleves, além de duas escolas renomadas. Para pilotar, é necessário ter, no mínimo, 40 horas de treinamento prático e curso teórico de seis semanas, além de passar por várias provas estipuladas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O preço de um ultraleve varia de r$ 30 mil a R$ 300 mil, dependendo do modelo.
Correio Braziliense







