Familiares da criança de dois anos morta após sofrer um traumatismo craniano, supostamente causada por um espancamento, se revoltaram durante depoimento do suspeito, o padrasto Daryell Dickson Meneses Xavier, nesta quarta-feira (2). O depoimento durou duas horas e o professor de artes marciais, que estava foragido da polícia, saiu escoltado por policiais. Alguns parentes da vítimas tentaram atacar o acusado, mas foram impedidos pela polícia.
O suspeito se entregou à polícia acompanhado de dois advogados. Um atendente do hospital para onde a criança foi levada também prestou depoimento. Xavier, que estava foragido desde domingo (30), se entregou à polícia na noite desta terça-feira (1º). Por volta das 20h, ele chegou à delegacia e causou revolta na mãe da vítima, que estava na delegacia acompanhando as investigações.
Ela ficou bastante revoltada com a presença do rapaz e precisou ser contida pelos familiares. O agressor ficou detido por alguns minutos e em seguida foi levado ao IML (Instituto Médico Legal) para passar por exame de corpo de delito, mas já está detido na carceragem do DPE (Departamento de Polícia Especializada) à disposição da Justiça.
O crime aconteceu na última quinta-feira (27) quando a criança, que completaria dois anos na próxima sexta-feira (4), deu entrada em um hospital particular de Taguatinga com traumatismo craniano e uma fissura no ânus.
A delegada-chefe da 38ª DP (Vicente Pires), onde o caso está registrado, explicou que os médicos desconfiaram de espancamento e abuso sexual durante os exames e decidiram denunciar o caso à polícia.
TV Record Brasília com R7






