As escolas visitas foram das regiões administrativas de Taguatinga, Ceilândia, Samambaia e Planaltina. Quatro escolas públicas do Distrito Federal foram monitoradas por promotores e procuradores do MPDFT (Ministério Público do DF E Territórios), na última segunda-feira (28). Os centros de ensino visitados foram os das regiões administrativas de Taguatinga, Ceilândia, Planaltina e Samambaia. O objetivo da visita, segundo o Ministério Público, foi avaliar a situação das escolas públicas do DF e pedir soluções urgentes aos governos federal e distritral.
A intenção do Ministério Público não é colocar defeito [nas escolas], peserguir. É uma equipe que resolveu se unir, unir vários segmentos, e a gente vai tentar ver se pode mudar alguma coisa, afirmou a procuradora-geral de Justiça Eunice Carvalhido.
O cenário encontrado pelos procuradores e promotores não foi um dos melhores. Escolas sem internet, portas sem fechadura, fios desencapados, quadra de esporte precária, material didático insuficiente para atender a demanda de alunos e salas de aula sem ventilação.
A escola não recebe verbas federais porque a prestação de contas da gestão anterior, de 2009, foi evasiva. A gente consegue [renda] através de parceria com a comunidade, festa junina, arrecadando, disse Acássio Lopes, um dos diretores dos centros de ensino visitados.
Segundo o MPDFT, o critério de escolha das escolas conferidas foi o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) abaixo do estimado internacionalmente como ideal e a estrutura dos centros de ensino. Uma audiência pública será marcada nos próximos meses com os pais das crianças para conhecer as principais reivindicações.
Segundo o MPDFT, as visitas do órgão às escolas públicas do DF têm beneficiado alunos e professores. Após uma ação civil pública, a Escola Classe 19, em Taguatinga, foi reconstruída seguindo as normas de acessbilidade, com a construção de rampas, dois pavimentos, salas mais amplas, além de prever atividades de multimídia.
O cenário encontrado pelos procuradores e promotores não foi um dos melhores. Escolas sem internet, portas sem fechadura, fios desencapados, quadra de esporte precária, material didático insuficiente para atender a demanda de alunos e salas de aula sem ventilação.
A escola não recebe verbas federais porque a prestação de contas da gestão anterior, de 2009, foi evasiva. A gente consegue [renda] através de parceria com a comunidade, festa junina, arrecadando, disse Acássio Lopes, um dos diretores dos centros de ensino visitados.
Segundo o MPDFT, o critério de escolha das escolas conferidas foi o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) abaixo do estimado internacionalmente como ideal e a estrutura dos centros de ensino. Uma audiência pública será marcada nos próximos meses com os pais das crianças para conhecer as principais reivindicações.
Segundo o MPDFT, as visitas do órgão às escolas públicas do DF têm beneficiado alunos e professores. Após uma ação civil pública, a Escola Classe 19, em Taguatinga, foi reconstruída seguindo as normas de acessbilidade, com a construção de rampas, dois pavimentos, salas mais amplas, além de prever atividades de multimídia.
R7 DF






