
Um dos principais
quadros do PSC, o deputado Marco Feliciano sugeriu que o vice-presidente
do partido, Pastor Everaldo, desista da sua candidatura à Presidência
para apoiar Marina Silva, evitando a “divisão” de cristãos entre Marina e
Everaldo. Pastor Everaldo decidiu lançar-se candidato ao Palácio do
Planalto aproveitando a visibilidade que Feliciano deu a legenda por
conta de sua passagem pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias
(CDHM) da Câmara dos Deputados.
Everaldo chegou a ser criticado por ter ignorado a popularidade de Feliciano que deveria ter sido lançado em seu lugar. Mesmo sendo desconhecido dos eleitores o candidato chegou a alcançar 3% dos votos evangélicos, pois conquistou o apoio dos principais líderes religiosos do país. Porém, com o crescimento de Marina Silva nas pesquisas, Everaldo Pereira igualou-se aos demais candidatos nanicos com apenas 1% de intenções de votos.
Everaldo chegou a ser criticado por ter ignorado a popularidade de Feliciano que deveria ter sido lançado em seu lugar. Mesmo sendo desconhecido dos eleitores o candidato chegou a alcançar 3% dos votos evangélicos, pois conquistou o apoio dos principais líderes religiosos do país. Porém, com o crescimento de Marina Silva nas pesquisas, Everaldo Pereira igualou-se aos demais candidatos nanicos com apenas 1% de intenções de votos.
O líder da
Igreja Assembleia de Deus Catedral do Avivamento já havia indicado apoio
a candidata do PSB no segundo turno, antecipando-se ao partido, pois
Feliciano considera impossível apoiar a reeleição da Presidente Dilma
Rousseff. “Neste momento, dadas às circunstâncias, se eu estivesse no
lugar do Pastor Everaldo, eu pensaria em declinar da campanha e migrar
para Marina, para não haver divisão no meio cristão”, disse Feliciano.
O
apoio de Feliciano a Marina Silva se deu após secretário nacional do
comitê LGBT do PSB, Luciano Freitas, deixar a campanha devido às
mudanças no programa de governo que beneficiaria os homossexuais.
Marina
Silva retirou do seu programa de governo tópicos que evidenciavam
privilégios para os homossexuais, como a retomada do famigerado Projeto
de Lei da Câmara dos Deputados 122/2006. A primeira versão do documento
causou revolta de líderes evangélicos e católicos, pois trazia apoio à
criminalização da opinião contra a prática homossexual, privilégios para
a adoção de crianças e a distribuição de material didático destinado a
doutrinar crianças. “Marina quis dizer, na mudança do projeto de
governo, que não vai influenciar as crianças na escola. Uma coisa é você
ensinar a criança a não ser preconceituosa. Outra coisa é você
doutrinar a criança e dizer a ela que tudo isso é tranquilo e que ela
pode inclusive experimentar. Nesse quesito, Marina foi clara. A
presidente Dilma, não”, afirmou. Dilma afirmou que, se for reeleita, irá
apoiar militantes do movimento gay e igrejas evangélicas. Feliciano
pediu a união entre evangélicos e católicos para impedir a reeleição da
candidata do Partido dos Trabalhadores.






