
Um pastor de 40 anos
perdeu o olho e parte de massa encefálica depois de ser golpeado com uma
faca dentro de um ônibus interestadual que parou na rodoviária de
Taguatinga, no Distrito Federal, no último domingo (7). Testemunhas
dizem que o pastor, Alessandro Veloso Pires, foi atingido por um homem
que se recusou a desocupar a poltrona reservada por ele. Pires está
internado em estado grave no Hospital de Base. A Polícia Civil procura o
suspeito. O pastor saiu de Goiânia (GO) com os dois filhos mais novos,
de 5 e 12 anos, para assistir ao primogênito desfilar pelo Exército nas
celebrações da Independência. Ele havia reservado os assentos 38 e 40.
Ao entrar no ônibus, encontrou um homem ocupando um deles. "Meu pai falou que o cara podia ficar lá, que tinha outras poltronas vazias. Simplesmente isso, não teve diálogo, discussão, não teve nada", afirma Patrick Lucas Pires, militar e filho mais velho da vítima. De acordo com o rapaz, assim que o veículo estacionou em Taguatinga o homem se levantou e agrediu o pastor. Pires estava com o filho de 5 anos no colo, enquanto o outro ocupava a cadeira ao lado."[Foi] do nada", diz o militar. "Ele deu vários golpes na cabeça do meu pai. Meu irmão de 12 anos, quando viu a cena, começou a gritar: 'para, não faz isso não, ele é meu pai'.
Ao entrar no ônibus, encontrou um homem ocupando um deles. "Meu pai falou que o cara podia ficar lá, que tinha outras poltronas vazias. Simplesmente isso, não teve diálogo, discussão, não teve nada", afirma Patrick Lucas Pires, militar e filho mais velho da vítima. De acordo com o rapaz, assim que o veículo estacionou em Taguatinga o homem se levantou e agrediu o pastor. Pires estava com o filho de 5 anos no colo, enquanto o outro ocupava a cadeira ao lado."[Foi] do nada", diz o militar. "Ele deu vários golpes na cabeça do meu pai. Meu irmão de 12 anos, quando viu a cena, começou a gritar: 'para, não faz isso não, ele é meu pai'.
Depois o cara fugiu." O pastor passou por cirurgia e corre
risco de morte. Procurada pelo G1, a Secretaria de Saúde informou que
não divulga informações sobre vítimas de crimes ou investigações
policiais para preservar a segurança delas. A reportagem também tentou
contato com a Viação Goiânia por meio dos três telefones
disponibilizados no site da empresa e por e-mail, mas não obteve retorno
até a publicação desta reportagem. O caso é investigado como tentativa
de homicídio pela 12ª Delegacia de Polícia.






