
A presença das bactérias KPC na UTI da unidade foi apontada em um relatório feito por membros do Conselho Regional de Medicina. Essas superbactérias são resistentes a antibióticos e podem causar a morte.
Nesta semana outras duas pessoas morreram na capital após aguardarem
por um leito na UTI do HGP. Na quinta-feira (2), Liberato Alves dos
Santos, de 71 anos, morreu depois de sofrer um acidente vascular
cerebral (AVC). Ele estava em Dianópolis
e precisava ser internado na UTI, mas não conseguiu uma vaga. Já na
última terça-feira (31), o estudante de arquitetura Rômulo Ery Santos
Freitas, de 21 anos, morreu depois de esperar dois dias por uma vaga,
após sofrer um acidente de trânsito em Paraíso do Tocantins.
A informação de funcionários da unidade é de que cerca de 30 pessoas
estão na fila de espera por um leito na UTI do HGP. Na última
quinta-feira, o defensor público Arthur Luiz Pádua Marques, alegou que
todos os leitos de UTI do Estado estão ocupados, inclusive os existentes
na rede particular de saúde.
A reportagem tentou contato a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau),
mas até a publicação, às 10h58 deste domingo (5), não recebeu resposta.
Estado da Saúde (Sesau),
mas até a publicação, às 10h58 deste domingo (5), não recebeu resposta.






