"Eu
sei que é o meu verdadeiro pai e Diana era a minha verdadeira mãe",
disse Sarah ao príncipe Carlos num encontro gravado através de uma
câmara de segurança, que a família real inglesa tenta agora encobrir.
De
acordo com o 'Globe', Sarah pediu um teste de DNA, o que deixou o
ex-marido da princesa de Gales bastante nervoso. Ao ver a mulher de 33
anos durante uma viagem realizada aos Estados Unidos com Camilla
Parker-Bowles, com quem celebra esta quinta-feira, 9 de abril, 10 anos
de casamento, Charles tratou-a mal e chamou-lhe alegadamente de
interesseira, mas ficou impressionado com as semelhanças físicas e
comportamentais de Sarah e Diana.
"No
fundo ele suspeita que ela é sua filha, mas nunca vai admitir. E ele
não vai fazer teste de DNA", revela uma fonte à revista 'Globe'. Sarah
chorou e acusou-o de ter morto a mãe. Charles deu alegadamente dinheiro à
mulher para que desaparecesse, mas a oferta não foi aceita.
A
existência desta alegada filha desconhecida pode fazer sentido quando
comparada ao livro 'The Disappearance of Olivia', da escritora Nancy E.
Ryan, que tem partes reais e ficcionais. Na obra pode ler-se
que Diana era virgem e ao 19 anos colheram os seus óvulos e
fertilizaram-nos com o esperma do Príncipe Charles para saber se a
princesa lhe poderia dar um herdeiro real.
Os embriões foram
depois destruídos, mas um membro da equipe médica manteve um e
implantou-o na esposa, que deu a luz um bebê. Na vida real, Sarah nasceu
em outubro de 1981, 10 semanas após o casamento de Charles e Diana.
Quando a mulher tinha 20 anos perdeu os pais num acidente de carro e
descobriu a verdade sobre a sua origem através do diário da mulher que a
criou.
Quando Sarah tentou saber mais sobre a origem do
embrião, foi ameaçada através de uma mensagem telefônica e o seu receio a
fez mudar-se de Inglaterra para os Estados Unidos. Foi o príncipe
William quem o convenceu a conhecer Sarah, que já se encontrou também
secretamente com Kate Middleton. Flash! Vidas






