
A reunião entre o Papa Francisco e o presidente de Cuba, Raúl Castro,
neste domingo (10) às 9h30 (horário local, 4h30 em Brasília), após a
chegada do líder cubano à Cidade do Vaticano, durou 55 minutos.
Segundo a agência de notícias EFE, Raúl elogiou o Papa por sua
"sabedoría e modestia", disse que lê "todos os seus discursos" e que, se
continuar assim, ele mesmo "voltará à Igreja Católica".
"Voltarei a
rezar e regresso à Igreja, e não estou brincando"", comentou o
presidente cubano em um encontro com a imprensa.
A reunião aconteceu no estúdio e salões adjacentes à Sala Paulo VI, o grande auditório onde são realizados os atos vaticanos.
Esse local é o escolhido pelo papa e pelo protocolo vaticano para
realizar as reuniões mais familiares ou de caráter menos oficial.
A delegação que viajou com Castro a Roma é composta pelo
vice-presidente do Conselho de Ministros, Ricardo Cabrisas Ruiz; pelo
chanceler, Bruno Rodríguez Parrilla; e pelo ministro das Forças Armadas
Revolucionárias, Leopoldo Cintra Frias.
Também se somam à audiência papal os embaixadores na Itália, Alba Soto Pimentel, e no Vaticano, Rodney López.
Depois da visita ao Vaticano, Castro deve se reunir em Roma com o primeiro-ministro da Itália, Matteo Renzi.






