
O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou
hoje (15) mais um pedido do PPS para que a presidenta Dilma Rousseff
seja investigada na Operação Lava Jato. Dessa vez, o partido pediu que o
plenário da Corte analisasse um recurso contra outra decisão que também
rejeitou abertura de investigação contra Dilma. No entendimento de
Zavascki, a decisão que arquivou pedido do PPS é irrecorrível, conforme
prevê o regimento interno do STF.
“No que se refere à petição ora em
exame, não havendo acusação alguma formalmente apresentada em relação à
presidenta da República, não há como, logicamente, admitir assistente de
acusação, condição com a qual o partido requerente se apresenta ou
busca obter para si no presente caso. Também não há hipótese de levar a
matéria à consideração do plenário”, decidiu o ministro.
No dia 6 de
fevereiro, na decisão que autorizou abertura de inquérito para
investigar parlamentares citados em depoimentos na Operação Lava Jato, o
ministro seguiu o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR)
e decidiu que não há indícios que envolvam Dilma. Ele explicou ainda
que a presidenta não pode ser investigada por fatos ocorridos
anteriormente ao exercício da Presidência. (Política Livre)






