
A Corte Europeia De Direitos Humanos determinou que Itália reconheça a união entre duas pessoas do mesmo sexo, por considerar que o país, atualmente, não oferece nenhuma proteção para o relacionamento entre homossexuais e por violar o direito à vida familiar, garantido pela convenção assinada por todos os estados europeus.
A decisão não é definitivo, e a Itália deve recorrer. O país tem se recusado a atender ordens do Judiciário e aprovar alguma lei que proteja os homossexuais. Dos 47 países europeus, 24 reconhecem o relacionamento entre dois homens ou duas mulheres. Desses, 11 permitem que gays também se casem.
A decisão, desta terça-feira (21), diz os estados não precisam liberar o casamento para os homossexuais, mas devem garantir alguma proteção legal para as uniões, semelhante ao que é garantido ao matrimônio.






