
Dos 11 mandatários tocantinense na Câmara e no Senado, pelo menos cinco já se manifestaram contrários à volta do chamado imposto do cheque: os deputados Carlos Gaguim (PMDB), César Halum (PRB), Professora Dorinha (DEM) e Lázaro Botelho (PP), e o senador Ataídes Oliveira (PSDB); único que se manifestou até o momento defendendo a volta da CPMF foi o senador Donizeti Nogueira (PT); "A CPMF se apresenta como uma alternativa para o momento atual, porque permite uma radiografia financeira do país dia a dia, inibindo a sonegação", afirmou; senador defende uma faixa de isenção sobre a incidência do imposto do cheque.
A recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), proposta pela presidente Dilma Rousseff como uma das medidas econômicas para reequilibrar as contas públicas, enfrentará resistência de boa parte bancada federal do Tocantins no Congresso.
Dos 11 mandatários tocantinense na Câmara e no Senado, pelo cinco já se manifestaram contrários à volta do chamado imposto do cheque: os deputados Carlos Gaguim (PMDB), César Halum (PRB), Professora Dorinha (DEM) e Lázaro Botelho (PP), e o senador Ataídes Oliveira (PSDB).
O único que se manifestou até o momento defendendo a volta da CPMF foi o senador Donizeti Nogueira (PT). "A CPMF se apresenta como uma alternativa para o momento atual, porque permite uma radiografia financeira do país dia a dia, inibindo a sonegação. Portanto, a defendo com um aprimoramento que considero necessário: que incida sobre movimentações financeiras de valores superiores a cinco salários mínimos por mês", disse Donizeti ao Jornal do Tocantins.
Entre os contrários à volta do imposto, o deputado Cesar Halum (PRB), aliado do governador Marcelo Miranda (PMDB), foi duro: "O aumento da receita não vai resolver o problema, o que resolve é uma gestão justa, eficiente e honesta, coisa que esse governo não aprendeu!". Halum anunciou que votará contra a proposta enquanto o governo não promover cortes em despesas, classificadas por ele como "ferida maior".
Durante encontros com a presidente Dilma Rousseff nesta semana, o governador Marcelo Miranda se comprometeu a tentar convencer a bancada federal do estado a apoiar as medidas econômicas apresentadas pelo governo. Mas ele reforçou que apesar de seu posicionamento a favor do imposto, a aprovação final será do Congresso.
Tocantins 247






