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Dilma agora pede apoio dos empresários do Tocantins ao ajuste fiscal e à CPMF; setor produtivo é contra o tributo

Depois de buscar o aval de governadores e prefeitos, a presidente Dilma Rousseff (PT) aproveitou a passagem por Palmas nesta sexta-feira, 23, para pedir aos principais empresários do Tocantins apoio ao ajuste fiscal à recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Dilma se reuniu com eles à tarde em um hotel da Capital, com a participação da ministra da Agricultura, Kátia Abreu, do ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, do governador Marcelo Miranda (PMDB), entre outras autoridades.


A recriação do CPMF especificamente não agrada o empresariado brasileiro. Em São Paulo, a proposta levou a Federação das Indústrias do Estado (Fiesp) a encampar uma campanha que leva o nome de “Não vou pagar o pato”.

O pedido de apoio ainda ocorre numa semana em que o empresariado do Tocantins foi às ruas protestar contra a elevação de impostos pelo governo do Estado. Conforme empresários que participaram da reunião com a presidente nesta sexta, Dilma não obteve nenhuma resposta deles para não haver constrangimento, mas o pedido da petista, no que se refere à CPMF, não encontra ressonância no setor produtivo tocantinense. Ou seja, a resposta foi não.

Matopita

A reunião da presidente teve como pano de fundo discutir a região do Matopiba, que abrange Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Além do tocantinense Marcelo Miranda, participaram o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), e de João Felipe de Souza Leão, representando o governador da Bahia, Rui Costa (PT).

Dilma reiterou seu apoio ao Matopiba, criado em maio. Para a presidente, a integração dos Estados envolvidos é fundamental para o desenvolvimento da região.

Conforme a Assessoria de Comunicação de Kátia Abreu, o vice-governador da Bahia, João Leão, pediu a Dilma que nomeie a ministra da Agricultura como presidente do Matopiba.

Para Leão, a união dos Estados vai ser muito produtiva. “Para nós, é muito importante estreitarmos os laços entre os Estados do Matopiba, os benefícios serão muito maiores. Juntos, conseguiremos industrializar a nossa região para gerar receita para os estados. Temos assim que criar um vetor de desenvolvimento que gerará receitas para serem aplicadas em saúde, educação e em tudo que o povo precisa”, apontou.

O governador Marcelo Miranda defendeu que as discussões em torno do fortalecimento das atividades da região do Matopiba são de fundamental importância. Na opinião dele, não se pode esquecer a população que vive na região e que necessita de políticas públicas que possam contribuir com o desenvolvimento social, de forma plural, e econômico de todos os estados envolvidos.

De acordo com o governador do Piauí, Wellington Dias, parceria entre os Estados resultará em um desenvolvimento integrado. “A união dos quatro estados em um projeto do Brasil é a proposta da presidente Dilma Roussef, e fará a diferença. Nossa relação com o Tocantins é uma relação para trabalharmos de forma integral, desenvolvendo essa região”, disse, ao lembrar a recente visita do governador Marcelo Miranda ao Piauí.

Presidente do Basa

Na reunião com os empresários, Dilma anunciou que o superintendente do Banco da Amazônia no Tocantins, Marivaldo Melo, vai mesmo assumir a presidência da instituição.

Após a reunião, Dilma e autoridades foram ao Estádio Nilton Santos, onde a presidente abriu oficialmente os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas. Entre os empresários presentes, participaram do encontro o presidente da Federação das Indústrias do Tocantins(Fieto), Roberto Pires, o presidente da Federação do Comércio (Fecomércio), Itelvino Pisoni, e o presidente da Federação da Agricultura do Tocantins (Faet), Paulo Carneiro.

Cléber Toledo
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