
"Não adianta esconder bens fora do Brasil porque a cooperação
internacional intensa permite identificar e recuperar esses valores",
afirmou o PGR. "Fica também um recado muito claro para as pessoas que
cometem ilícitos. É que se o crime hoje é um crime organizado e que
muitas vezes não respeita fronteiras, as decisões judiciais valem também
além das fronteiras dos respectivos países nacionais" completou.
Janot usou o exemplo da extradição do ex-diretor do Banco do Brasil
Henrique Pizzolato e ressaltou que as decisões da Justiça brasileira
valem além das fronteiras do País, seja para os que fogem para evitar o
cumprimento de penas, seja para aqueles que escondem dinheiro e bens de
valor no exterior e que não adianta fugir das decisões da Justiça
brasileira.
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