
A informação de que a Prefeitura de Palmas retroagirá em relação ao reajuste do preço da refeição da refeição do Restaurante Comunitário foi comemorada pelos vereadores na sessão da Câmara. “Hoje a gente já está sabendo que será R$ 3 reais a refeição”, disse Irmão Jairo (PSL). O preço valerá para todos os cidadãos, independente de critérios sociais.
O vereador considerou a redução uma conquista da sociedade e dos vereadores da Capital que se mobilizaram contra o aumento em mais de 250%, opinião esta compartilhada pelo vereador João Campos (PSC). “As iniciativas e medidas de preocupação por parte desta Casa já tiveram efeito”, disse Campos.
A informação de que a Prefeitura de Palmas retroagirá em relação ao reajuste do preço da refeição da refeição do Restaurante Comunitário foi comemorada pelos vereadores na sessão da Câmara. “Hoje a gente já está sabendo que será R$ 3 reais a refeição”, disse Irmão Jairo (PSL). O preço valerá para todos os cidadãos, independente de critérios sociais.
O vereador considerou a redução uma conquista da sociedade e dos vereadores da Capital que se mobilizaram contra o aumento em mais de 250%, opinião esta compartilhada pelo vereador João Campos (PSC). “As iniciativas e medidas de preocupação por parte desta Casa já tiveram efeito”, disse Campos.
Jucelino Rodrigues (PTC) afirmou que trabalhadores, por não atenderem aos critérios estabelecidos pela Secretaria de Desenvolvimento Social para serem beneficiados pelo menor preço (R$ 3,00), estavam sendo excluídos. Citou como exemplo os motoristas de transporte coletivo que, com salários de cerca de R$ 1.500,00, não teriam condições de pagar R$ 7,00 pela refeição.
“Se é popular não se pode escolher classe social”, enfatizou Jucelino Rodrigues (PTC), acirrando as críticas à secretária Municipal de Desenvolvimento Social, Eliane Campos. “Essa secretária estava querendo implantar a ditadura de novo. O povo tendo que provar que é pobre”.
Na opinião do parlamentar, o poder público precisa avaliar alguns de suas decisões.
Jucelino Rodrigues (PTC) afirmou que trabalhadores, por não atenderem aos critérios estabelecidos pela Secretaria de Desenvolvimento Social para serem beneficiados pelo menor preço (R$ 3,00), estavam sendo excluídos. Citou como exemplo os motoristas de transporte coletivo que, com salários de cerca de R$ 1.500,00, não teriam condições de pagar R$ 7,00 pela refeição.
“Se é popular não se pode escolher classe social”, enfatizou Jucelino Rodrigues (PTC), acirrando as críticas à secretária Municipal de Desenvolvimento Social, Eliane Campos. “Essa secretária estava querendo implantar a ditadura de novo. O povo tendo que provar que é pobre”.
Na opinião do parlamentar, o poder público precisa avaliar alguns de suas decisões.






