
Será o último
confronto porque os destruiremos totalmente”. Acrescentou
que “não temos nenhuma intenção de começar uma nova guerra contra
nossos vizinhos da Faixa de Gaza, ou na Cisjordânia [governado pelo
Fatah], no Líbano ou na Síria”. Quando aceitou dar
uma entrevista à mídia palestina, uma prática pouco comum, Lieberman
sabia que iria ser ouvido pelos seus inimigos declarados.
O Ministro
clamou ainda para que os moradores de Gaza, chamados por ele de “reféns
do Hamas”, pressionem por uma mudança. Lembrou que, apesar da ajuda humanitária vinda de diferentes partes do mundo, há muito desemprego e miséria em solo palestino. Desde
que assumiu a pasta em maio, Lieberman ajudou o primeiro-ministro
israelense, Benjamin Netanyahu, a consolidar um dos governos mais
conservadores da história de Israel.
Na
entrevista, criticou presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas,
lembrando que ele não cumpre os compromissos assumidos anteriormente. Entre
2008 e 2014 ocorreram três guerras entre o Hamas e Israel. Desde o fim
da última, ambos mantêm uma tensa trégua. O disparo de foguetes contra o
Estado judeu, feita de forma frequente, é um “lembrete” constante de
que a paz está distante. Na segunda-feira (24),
após ser atacado, Israel respondeu com sua força aérea bombardeando uma
posição do Hamas. Não houve mortos nem ferido. Com informações de Daily Mail






