
Uma cena inusitada chamou a atenção dos
Agentes Penitenciários de plantão na Casa de Prisão Provisória (CPP) de
Guaraí nesta última quinta-feira (4).
Um trator de esteira teria “entalado” no interior de uma antiga fossa, situada nas imediações da unidade prisional, gerando um instante de preocupação por parte dos plantonistas, que na hora pensaram que poderia ser uma tentativa de fuga em massa de presos, devido ao forte estrondo causado pela queda.
Um trator de esteira teria “entalado” no interior de uma antiga fossa, situada nas imediações da unidade prisional, gerando um instante de preocupação por parte dos plantonistas, que na hora pensaram que poderia ser uma tentativa de fuga em massa de presos, devido ao forte estrondo causado pela queda.
Segundo informado, não houve feridos graves no incidente e a fossa, que
já estava desativada há algum tempo, também não possuía dejetos em seu
interior. A queda do veículo provocou um princípio de alerta por parte
dos agentes, que como não poderia ser diferente, redobraram a atenção no
primeiro momento, ficando mais aliviados quando o incidente foi
esclarecido.
Ainda conforme informado pelos Agentes Penitenciários que estavam de
plantão no momento, o condutor do trator de esteira não estaria sabendo
da existência do obstáculo e no momento do susto, chegou a bater a
cabeça nas ferragens do veículo, porém sem se ferir com maior gravidade.
O veículo “entalado” foi removido no mesmo dia, com a ajuda de uma pá
carregadeira. Após realizarem escavações no entorno da fossa, o trator
de esteira saiu por conta própria e os danos foram relativamente
pequenos.
Presos na CPP de Guaraí
A CPP de Guaraí, com capacidade para no máximo 40 detentos, abriga
atualmente cerca de 85 presos. Há vários anos o Poder Público Estadual
fala em adequar o prédio da unidade, que é cercado por uma área
residencial de um lado e pelo mato de outro, mas nada de concreto
resolveu o problema, que ocorre em praticamente todo o sistema prisional
brasileiro.
Constantemente os Agentes Penitenciários apreendem indivíduos tentando
repassar para o interior da unidade, utilizando o facilitado acesso ao
local, todo e qualquer tipo de objeto, principalmente drogas, telefones
celulares e bebidas alcoólicas. Usando as famosas “terezas”, um tipo de
corda artesanal construída com pedaços de sacolas plásticas e panos, os
detentos recebem estes itens de comparsas do mundo do crime, que estão
do lado de fora.
Do Guarai Noticias






