
O procurador-geral do Município, Públio Borges Alves, protocolou uma retificação em que retira o pedido de prisão do representante legal do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sintet) por descumprir a decisão judicial que determinou a suspensão da greve e por "incitar a paralisação danosa à coletividade"/ de acordo com o documento, por "determinação do prefeito" Carlos Amastha (PSB), o executivo municipal mantém apenas o pedido de multa de R$ 100 mil pelo descumprimento da decisão judicial que determinou a suspensão da greve e o aumento da multa pessoal de R$ 1 mil para R$ 2 mil.
O procurador-geral do Município, Públio Borges Alves, protocolou uma retificação em que retira o pedido de prisão do representante legal do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sintet), José Roque Santiago, por descumprir a decisão judicial que determinou a suspensão da greve e por "incitar a paralisação danosa à coletividade".
De acordo com o documento, por "determinação do prefeito" Carlos Amastha (PSB), o executivo municipal mantém apenas o pedido de multa de R$ 100 mil pelo descumprimento da decisão judicial que determinou a suspensão da greve e o aumento da multa pessoal de R$ 1 mil para R$ 2 mil. Apesar da solicitação, quem poderia ser detido é o presidente do sindicato, Joelson Pereira (à dir.), pois foi ele o responsável citado na decisão da desembargadora Jacqueline Adorno, que determinou a suspensão do movimento grevista.
Ainda segundo a retificação, a prefeitura acredita que "os dirigentes sindicais cumprirão a decisão judicial e, em ato contínuo, usufruirão da oportunidade de diálogo que sempre esteve ofertada pela administração".
Em nota, a Prefeitura da capital afirmou, na tarde desta quarta-feira (14), que realizou levantamento mostrando que, das 72 unidades educacionais da rede municipal de ensino da Capital, 39 (54%) estariam atendendo normalmente ou de forma parcial.
No primeiro dia de greve (07/10), esse percentual era de 36,11%, segundo o município. “É uma maquiagem porque 93% das escolas estão paradas total e parcialmente, e vamos denunciar ao Ministério Público Estadual e ao Conselho Municipal de Educação”, afirmou o presidente o Sintet de Palmas, Joelson Pereira, conforme o site do Cleber Toledo.
O sindicalista afirmou que a prefeitura estaria colocando diretores, coordenadores, contratados, funcionários da merenda e da limpeza para cuidar das crianças, "principalmente nas escolas municipais de educação infantil (Emeis)”. “Só a escola Mestre Pacífico funciona 100% e o Maria Júlia, 80%”, acrescentou.
Tocantins 247






